Por sermos um grupo grande muitas falhas apareceram neste momento, todos participaram do fórum e isso foi legal e enriquecedor. Senti falta de alguns encontros presenciais ou virtuais para organizarmos os pensamentos, as idéias, priorizar algumas ações, etc. Senti forte algumas ausências, mas sei q cada um sabe de suas responsabilidades, não gostei muito de não ter participado de algumas ações e muito menos por não ter opinado em sua criação e execução. Entretanto, foi possível conhecer o ritmo de trabalho de outras pessoas. Depois de um tempo deixei o barco rolar e fui me apropriando das idéias sugeridas e tentando acompanhar o ritmo alucinante imposto desde o início.
Como tínhamos vários instrumentos dividimos algumas ações para agilizar e facilitar o desenvolvimento das nossas ações.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Fundamentação teórica do Fórum
Nosso fórum foi intenso, totalizamos 93 postagens.
O fórum foi baseado no capítulo 1 do livro Tecnologias e Educação - Tecnologias da Informação e da Comunicação e o processo Educativo. No capítulo 1, tem como tema o Quadro de referência: modelo de evolução das TIC, segundo o autor Manoel José Damásio (2007) este capítulo lida com o modelo de definição das TICs, quer de um ponto de vista evolutivo, que as integra num quadro social mais vasto, quer de um ponto de vista conceptual, que procura estabelecer o grau de autonomia destas tecnologias face a outras expressões tecnológicas, em função das suas propriedades mais salientes. Desta análise resulta uma perspectiva histórica que enquadra, a partir da noção de uso, as TIC no espaço de evolução das tecnologias computacionais, das formas de representação audiovisuais e das tecnologias de telecomunicação.
O fórum foi baseado no capítulo 1 do livro Tecnologias e Educação - Tecnologias da Informação e da Comunicação e o processo Educativo. No capítulo 1, tem como tema o Quadro de referência: modelo de evolução das TIC, segundo o autor Manoel José Damásio (2007) este capítulo lida com o modelo de definição das TICs, quer de um ponto de vista evolutivo, que as integra num quadro social mais vasto, quer de um ponto de vista conceptual, que procura estabelecer o grau de autonomia destas tecnologias face a outras expressões tecnológicas, em função das suas propriedades mais salientes. Desta análise resulta uma perspectiva histórica que enquadra, a partir da noção de uso, as TIC no espaço de evolução das tecnologias computacionais, das formas de representação audiovisuais e das tecnologias de telecomunicação.
Veja como ficou a chamada do fórum...

Estamos iniciando uma nova fase da disciplina que introduz o primeiro seminário virtual do Grupo 1 - Cultura digital e práticas pedagógicas. Todo material disponibilizado tem a finalidade de contribuir nas discussões. Entretanto, o sucesso desta atividade dependerá da participação ativa de todos.
No decorrer da atividade disponibilizaremos outros recursos.
Participantes:
Aneridis, Arnaldo, André, Marcia, Mônica, Paulina e Renata Kelly.
Assista aos vídeos e faça sua contribuição a partir do questionamento abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg
http://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4
A partir das informações apresentadas nos vídeos e de suas reflexões, como você pode integrar a cultura digital à sua prática pedagógica?
No decorrer da atividade disponibilizaremos outros recursos.
Participantes:
Aneridis, Arnaldo, André, Marcia, Mônica, Paulina e Renata Kelly.
Assista aos vídeos e faça sua contribuição a partir do questionamento abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg
http://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4
A partir das informações apresentadas nos vídeos e de suas reflexões, como você pode integrar a cultura digital à sua prática pedagógica?
Continuação 1ª atividade - Tarde
Com o fórum do Grupo 1 - Culturta Digital e Práticas Pedagógicas aberto não paramos nossas conversas, foram tantos emails que fiquei procupada pq chegou um momento q não estava dando conta de tanta informação. Diante deste fato, sugeri a criação de um blog para o grupo, assim conseguiríamos iniciar e entender nossa trajetória, com o blog no ar atualizei as informações iniciais, o pessoal colaborou muito postando suas colaborações, mas chegou um momento que não estávamos dando conta desta organização, mas a troca de emails não parou, deu conta do recado, ou seja, contemplou nossa necessidade na organização das ações posteriores, depois retomamos e atualizamos o blog.
Enquanto nós fervíamos neste processo o fórum borbulhava de postagens, o pessoal da sala colaborou muito.
Enquanto nós fervíamos neste processo o fórum borbulhava de postagens, o pessoal da sala colaborou muito.
1ª atividade em grupo
Nooossa!!!
O ritmo alucinante de organização das atividades não me permitia dormir sossegada. A organização iniciou-se através de email com o André, aliás meu grupo tinha como integrantes a Márcia, a Paulina, a Aneiridis, a Mônica e o Arnaldo. Um grupo grande e com características individuais interessantes. Desta turma só conhecia o ritmo de trabalho do Arnaldo. Fiquei assustada inicialmente com a alavancada que o André deu no primeiro email, foi assustador em diversos pontos, foi bom, pq trabalhei muito, fiquei centrada nas ações que a cada dia aumentava.... Entretando, as idéias já foram postas e o roteiro do trabalho já estava meio que traçado. Particularmente eu estranhei pq estou acostumada a conversar, debater, criar...mas fiquei no aguardo de mais conversas para eu poder me posicionar.
A organização do fórum foi a parte que mais gostei pq descobri uma parceira muito atuante e preocupada com a atividade, a Márcia, nunca nem havíamos conversado presencialmente e um dia nos reunimos no laboratório de informática do programa e começamos a trocar as primeiras idéias que já havia iniciado via email, sentamos escolhemos os vídeos, a introdução, a pergunta...construímos juntas o fórum, algo que não sabíamos onde iria dar, mas tínhamos a segurança de ter dado um passo importante para o trabalho do grupo. Saí da PUC satisfeita.
O ritmo alucinante de organização das atividades não me permitia dormir sossegada. A organização iniciou-se através de email com o André, aliás meu grupo tinha como integrantes a Márcia, a Paulina, a Aneiridis, a Mônica e o Arnaldo. Um grupo grande e com características individuais interessantes. Desta turma só conhecia o ritmo de trabalho do Arnaldo. Fiquei assustada inicialmente com a alavancada que o André deu no primeiro email, foi assustador em diversos pontos, foi bom, pq trabalhei muito, fiquei centrada nas ações que a cada dia aumentava.... Entretando, as idéias já foram postas e o roteiro do trabalho já estava meio que traçado. Particularmente eu estranhei pq estou acostumada a conversar, debater, criar...mas fiquei no aguardo de mais conversas para eu poder me posicionar.
A organização do fórum foi a parte que mais gostei pq descobri uma parceira muito atuante e preocupada com a atividade, a Márcia, nunca nem havíamos conversado presencialmente e um dia nos reunimos no laboratório de informática do programa e começamos a trocar as primeiras idéias que já havia iniciado via email, sentamos escolhemos os vídeos, a introdução, a pergunta...construímos juntas o fórum, algo que não sabíamos onde iria dar, mas tínhamos a segurança de ter dado um passo importante para o trabalho do grupo. Saí da PUC satisfeita.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Iniciando o 2º semestre 2007
Este semestre começou intenso....estou a todo vapor! Estou cursando duas disciplinas: Tecnologias na educação: concepções, políticas e práticas com a professora Beth Almeida no período da tarde, esta disciplina é semi-presencial, realizaremos 5 encontros presenciais totalizando 17 encontros no total e no período da manhã estou cursando a disciplina Tecnologias na Educação: Teorias e Fundamentos com os professores Fernando Almeida e Valente.
A aula é puxada...não é fácil estar com todas estas feras numa única sala. A professora Graça dá suporte técnico-pedagógico organizando nossas vidas no ambiente virtual Moodle eno presencial tbm, na minha opinião é fundamental pq no semestre passado senti falta deste apoio.
A aula é puxada...não é fácil estar com todas estas feras numa única sala. A professora Graça dá suporte técnico-pedagógico organizando nossas vidas no ambiente virtual Moodle eno presencial tbm, na minha opinião é fundamental pq no semestre passado senti falta deste apoio.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Reflexão - TEPA
Reflexão sobre minha aprendizagem no desenvolvimento na disciplina, a partir da análise do mapa conceitual individual e final.
Na disciplina Tecnologias na Educação e Pesquisa Acadêmica foi possível vivenciar o "compartilhar". Quando nos foi apresentada à ementa da disciplina logo nos empolgamos e aderimos à metodologia proposta porque era pertinente ao momento atual contemplando diversas pesquisas já encaminhadas.
Seus objetivos vinham de encontro a minha necessidade, particularmente, eu não entendia como os acadêmicos conseguiam concluir resultados importantes para o mundo apenas com entrevistas, logo não conhecia nenhum software que trabalhasse com análise de dados. Quando um colega de classe fez a primeira apresentação de como tratou os dados da sua pesquisa de mestrado, foi de arrepiar, não entendia nada, apenas ficava olhando para as diversas tabelas e não compreendia seu fundamento. Não fiquei mais angustiada porque ao conversar com meus colegas, muito se encontravam no mesmo estágio de estagnação. Aos poucos comecei a entender o objetivo de cada tabela.
As experiências dos colegas foram valiosas para meu caminhar durante o curso e a abertura da professora deixava-me tranqüila e a vontade para meus questionamentos. Entretanto, não posso deixar de comentar como é difícil estar em uma turma mista de mestrandos e doutorandos, o ritmo é puxado, porém, enriquecedor.
As atividades em grupo proporcionaram diversas oportunidades, pessoas diferentes com formação diversificada proporcionaram debates ricos em sua diversidade emergindo novos saberes.
A cada aula eu saía satisfeita e curiosa. Quando fui para Internet em busca de softwares para análise de dados para pesquisa acadêmica descobri um mundo novo e rico na sua variedade de programas. Alguns com licença gratuita e outros pagos.
Pesquisar softwares para análise de dados foi interessante, descobrir suas potencialidades a fundo era quase impossível com o tempo curto que tenho, mas a estratégia de visualizar outros softwares através dos seminários dos colegas de classe proporcionaram uma visão panorâmica das opções disponíveis que contribuíram para meu desenrolar no curso.
As palestras no horário da aula foram fundamentais, com assuntos pertinentes para minha pesquisa, despontei, aprofundei na exploração das ferramentas. Com os dados reais obtidos através de questionário aplicado com o público participante da palestra do Projeto UCA enriqueceu pela sua veracidade. A aplicação prática desta atividade deu sentido a teoria, esta articulação me fez entender o quanto a metodologia de análise é fundamental num processo de
análise de dados.
A disciplina proporcionou-me a chance de ter contato com recursos funcionais e importantes para trabalhar a fundo dados coletados em pesquisa de campo, dados estes que, se fossem trabalhados “manualmente” não conseguiriam enxergar os resultados obtidos.
As discussões em sala, a cada dia, me proporcionavam situações para explorar os estudos de softwares de análise de dados.
No início quando começamos a utilizar o mapa conceitual achei ótimo porque é uma forma interessante de organizar o pensamento através de conceitos situando o pesquisador. Acredito que esta seja a idéia de sua utilização na aula, permitindo tomar consciência do meu aprendizado porque me possibilita a analisarminha trajetória. Infelizmente, no início não me dei conta disso. Achava que o ambiente virtual Moodle daria conta disso, ou seja, de registrar minha trajetória.
Este registra, mas eu não conseguia visualizá-la da forma que o mapa me permitiu.
No grupo, no qual eu era integrante, enfrentou diversos obstáculos que foram vencidos no decorrer das nossas conversas, ora presenciais, ora a distância. Utilizamos diversos recursos para nossas trocas de informações.
O primeiro obstáculo foi engrenar nossos ritmos de trabalho, uma loucura.
Os momentos presenciais foram importantes para entendermos a concepção e ferramentas do software Qualiquant.
No processo inicial de análise metodológica foram inseridas as informações extraídas do questionário aplicado ao público presente à palestra e adequadamente organizadas nos campos do instrumento, para sistematizar os depoimentos do Discurso do Sujeito Coletivo. Neste momento, o grupo começou a tomar corpo, sentia a turma interessada e preocupada, afinal, tudo era novo. Não deixávamos de questionar onde iríamos parar “tabulando” os dados. Iniciamos o
cadastramento da pesquisa. Esse momento foi crítico, era um vai e vem infinito.
Entramos num processo delicado quando retiramos das respostas as expressões chaves. Momento turbulento porque diversas dúvidas emergiram durante o processo, não sabíamos se colocava ou não as respostas na íntegra, chegamos a um ponto de convergência, definimos colocar as respostas dos sujeitos na íntegra, para não perder trechos extraídos das respostas que melhor expressam seu conteúdo. Em seguida identificamos as idéias centrais.
Ao iniciarmos o processo de categorização das idéias centrais, encontramos dificuldades com o manuseio das ferramentas do software, superadas após familiarização com o programa. Até este momento, eu não tinha ainda uma visão panorâmica do que iria acontecer, mas estava gostando de percorrer estes caminhos, mesmo me perdendo no percurso. Sentia que estava indo para algum lugar, e como citei anteriormente, a curiosidade a cada passo aumentava. Esta era uma motivação que fez com que o grupo não desanimasse.
A partir dos minis-DSC produzimos, conectamos todos os discursos e elaboramos nossa conclusão final. Após este trajeto percebi que algo ficou faltando, várias categorias surgiram, as respostas de alguns sujeitos atendiam várias categorias, mas optávamos colocar a resposta em apenas uma classificação. Isso deixou algumas conclusões em aberto. Com isso, ficou claro que uma resposta pode conter mais de uma expressão chave e assim gerar vários discursos.
Na segunda fase da atividade comecei a conhecer o CHIC, de fácil manuseio, me encantei logo nos primeiros contatos. Sua linguagem binária propiciou o entendimento do SIM e do NÃO, ou seja, ou atende a aquela categoria ou não atende.
Mais uma vez, o grupo de trabalho reuniu-se no Laboratório de Informática do Programa para tabular os dados. Nesse processo, foi possível classificar a resposta dos sujeitos em diversas categorias. Neste momento, foi possível entender a concepção do software CHIC. Ele solucionou a dificuldade que encontrei para finalizar a análise de dados no Qualiquant quando não conseguia
classificar a resposta do sujeito em mais de uma categoria.
Trabalhando com os dois softwares aprendi muito. A metodologia aplicada na disciplina TEPA amenizou diversas angústias.
O mapa conceitual final atendeu minhas expectativas, o panorama que ele proporcionou visualizar dos conceitos foram fundamentais para eu desenvolver esta reflexão. Sou adepta ao uso de mapas, já faz parte da minha estratégia de estudos, principalmente, na elaboração de sínteses de alguns textos que preciso sempre estar resgatando. Lamento por não ter entendido no início a relação do mapa conceitual inicial com o final. Entretanto, ainda sim, foi possível visualizar minha trajetória.
Seus objetivos vinham de encontro a minha necessidade, particularmente, eu não entendia como os acadêmicos conseguiam concluir resultados importantes para o mundo apenas com entrevistas, logo não conhecia nenhum software que trabalhasse com análise de dados. Quando um colega de classe fez a primeira apresentação de como tratou os dados da sua pesquisa de mestrado, foi de arrepiar, não entendia nada, apenas ficava olhando para as diversas tabelas e não compreendia seu fundamento. Não fiquei mais angustiada porque ao conversar com meus colegas, muito se encontravam no mesmo estágio de estagnação. Aos poucos comecei a entender o objetivo de cada tabela.
As experiências dos colegas foram valiosas para meu caminhar durante o curso e a abertura da professora deixava-me tranqüila e a vontade para meus questionamentos. Entretanto, não posso deixar de comentar como é difícil estar em uma turma mista de mestrandos e doutorandos, o ritmo é puxado, porém, enriquecedor.
As atividades em grupo proporcionaram diversas oportunidades, pessoas diferentes com formação diversificada proporcionaram debates ricos em sua diversidade emergindo novos saberes.
A cada aula eu saía satisfeita e curiosa. Quando fui para Internet em busca de softwares para análise de dados para pesquisa acadêmica descobri um mundo novo e rico na sua variedade de programas. Alguns com licença gratuita e outros pagos.
Pesquisar softwares para análise de dados foi interessante, descobrir suas potencialidades a fundo era quase impossível com o tempo curto que tenho, mas a estratégia de visualizar outros softwares através dos seminários dos colegas de classe proporcionaram uma visão panorâmica das opções disponíveis que contribuíram para meu desenrolar no curso.
As palestras no horário da aula foram fundamentais, com assuntos pertinentes para minha pesquisa, despontei, aprofundei na exploração das ferramentas. Com os dados reais obtidos através de questionário aplicado com o público participante da palestra do Projeto UCA enriqueceu pela sua veracidade. A aplicação prática desta atividade deu sentido a teoria, esta articulação me fez entender o quanto a metodologia de análise é fundamental num processo de
análise de dados.
A disciplina proporcionou-me a chance de ter contato com recursos funcionais e importantes para trabalhar a fundo dados coletados em pesquisa de campo, dados estes que, se fossem trabalhados “manualmente” não conseguiriam enxergar os resultados obtidos.
As discussões em sala, a cada dia, me proporcionavam situações para explorar os estudos de softwares de análise de dados.
No início quando começamos a utilizar o mapa conceitual achei ótimo porque é uma forma interessante de organizar o pensamento através de conceitos situando o pesquisador. Acredito que esta seja a idéia de sua utilização na aula, permitindo tomar consciência do meu aprendizado porque me possibilita a analisarminha trajetória. Infelizmente, no início não me dei conta disso. Achava que o ambiente virtual Moodle daria conta disso, ou seja, de registrar minha trajetória.
Este registra, mas eu não conseguia visualizá-la da forma que o mapa me permitiu.
No grupo, no qual eu era integrante, enfrentou diversos obstáculos que foram vencidos no decorrer das nossas conversas, ora presenciais, ora a distância. Utilizamos diversos recursos para nossas trocas de informações.
O primeiro obstáculo foi engrenar nossos ritmos de trabalho, uma loucura.
Os momentos presenciais foram importantes para entendermos a concepção e ferramentas do software Qualiquant.
No processo inicial de análise metodológica foram inseridas as informações extraídas do questionário aplicado ao público presente à palestra e adequadamente organizadas nos campos do instrumento, para sistematizar os depoimentos do Discurso do Sujeito Coletivo. Neste momento, o grupo começou a tomar corpo, sentia a turma interessada e preocupada, afinal, tudo era novo. Não deixávamos de questionar onde iríamos parar “tabulando” os dados. Iniciamos o
cadastramento da pesquisa. Esse momento foi crítico, era um vai e vem infinito.
Entramos num processo delicado quando retiramos das respostas as expressões chaves. Momento turbulento porque diversas dúvidas emergiram durante o processo, não sabíamos se colocava ou não as respostas na íntegra, chegamos a um ponto de convergência, definimos colocar as respostas dos sujeitos na íntegra, para não perder trechos extraídos das respostas que melhor expressam seu conteúdo. Em seguida identificamos as idéias centrais.
Ao iniciarmos o processo de categorização das idéias centrais, encontramos dificuldades com o manuseio das ferramentas do software, superadas após familiarização com o programa. Até este momento, eu não tinha ainda uma visão panorâmica do que iria acontecer, mas estava gostando de percorrer estes caminhos, mesmo me perdendo no percurso. Sentia que estava indo para algum lugar, e como citei anteriormente, a curiosidade a cada passo aumentava. Esta era uma motivação que fez com que o grupo não desanimasse.
A partir dos minis-DSC produzimos, conectamos todos os discursos e elaboramos nossa conclusão final. Após este trajeto percebi que algo ficou faltando, várias categorias surgiram, as respostas de alguns sujeitos atendiam várias categorias, mas optávamos colocar a resposta em apenas uma classificação. Isso deixou algumas conclusões em aberto. Com isso, ficou claro que uma resposta pode conter mais de uma expressão chave e assim gerar vários discursos.
Na segunda fase da atividade comecei a conhecer o CHIC, de fácil manuseio, me encantei logo nos primeiros contatos. Sua linguagem binária propiciou o entendimento do SIM e do NÃO, ou seja, ou atende a aquela categoria ou não atende.
Mais uma vez, o grupo de trabalho reuniu-se no Laboratório de Informática do Programa para tabular os dados. Nesse processo, foi possível classificar a resposta dos sujeitos em diversas categorias. Neste momento, foi possível entender a concepção do software CHIC. Ele solucionou a dificuldade que encontrei para finalizar a análise de dados no Qualiquant quando não conseguia
classificar a resposta do sujeito em mais de uma categoria.
Trabalhando com os dois softwares aprendi muito. A metodologia aplicada na disciplina TEPA amenizou diversas angústias.
O mapa conceitual final atendeu minhas expectativas, o panorama que ele proporcionou visualizar dos conceitos foram fundamentais para eu desenvolver esta reflexão. Sou adepta ao uso de mapas, já faz parte da minha estratégia de estudos, principalmente, na elaboração de sínteses de alguns textos que preciso sempre estar resgatando. Lamento por não ter entendido no início a relação do mapa conceitual inicial com o final. Entretanto, ainda sim, foi possível visualizar minha trajetória.
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Reflexão - TEPA
Alunos da rede estadual recebem laptops nesta sexta
Em uma parceria do MEC - Ministério da Educação com a Seduc - Secretaria da Educação e Cultura, 911 alunos do Colégio Estadual Dom Alano, localizado em Palmas, receberão nesta sexta-feira, 31, às 19h, os laptops do Projeto UCA - Um Computador por Aluno.
Na ocasião, a coordenação estadual do projeto vai explicar à comunidade escolar a aplicação e o funcionamento do UCA na unidade de ensino. A secretária da Educação e Cultura, Maria Auxiliadora Seabra Rezende, além de parceiros do projeto participam da cerimônia de entrega dos laptops.
A unidade escolar de Palmas foi uma das cinco escolhidas em todo território nacional para receber o projeto-piloto. Para esta escola, o projeto disponibilizou 400 computares portáteis que vão atender os alunos e professores dos três turnos oferecidos na grade de ensino. Os equipamentos serão utilizados para proporcionar inclusão digital na escola, além de servir como mais uma ferramenta para o aprendizado do aluno.
No Tocantins o projeto conta com parceiros como Intel do Brasil, Metasys Tecnologia, Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dados, Positivo Informática, PUC de São Paulo, Brite Tecnologia, Brasil Telecom e RFS do Brasil Telecomunicações.
UCA A iniciativa prevê a promoção da inclusão digital através da distribuição de computadores portáteis em escolas públicas, para estudantes e professores de ensino básico da rede pública. O projeto está sendo implementado em cinco escolas de quatro estados brasileiros (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins) e do Distrito Federal, segundo informação da assessoria de imprensa do Ministério da Educação.
Funcionamento Segundo o MEC, o projeto piloto vai avaliar a funcionalidade pedagógica da máquina em sala de aula, como capacitação de professores, condições de uso, interatividade entre os alunos e segurança dos aparelhos na escola. O Ministério vai distribuir 2.840 máquinas doadas pelas empresas fabricantes. Três modelos de computadores farão parte do projeto-piloto, mas cada escola vai receber apenas um tipo: Classmate da Intel, XO da OLPC ou Mobilis da Encore. A previsão é de que o projeto-piloto termine no fim do ano letivo.
A Notícia - TO, Alayla Milhomem, 29 de agosto de 2007
Governo federal, em parceria com o Serpro, dá início a mais um projeto-piloto do UCA
O Colégio Estadual Dom Alano, em Palmas, receberá 400 laptops para o início das atividades do projeto-piloto: Um Computador por Aluno (UCA), desenvolvido pelo governo federal.
O Colégio Estadual é uma das cinco escolas brasileiras escolhidas para desenvolver o piloto do UCA. A cerimônia de entrega do novo recurso educacional foi marcada para sexta-feira, 31 de agosto, com a presença da secretária da Educação e Cultura do Tocantins, Maria Auxiliadora Seabra Rezende, do gerente do Escritório do Serpro, em Palmas, Lusimar de Sousa e outros parceiros do projeto.
O UCA estuda a aplicação pedagógica do computador no universo escolar, como uma ferramenta de aprendizado em sintonia com a evolução do conhecimento. Além disso, o UCA proporciona uma efetiva inclusão digital, ao inserir a tecnologia no cotidiano dos alunos e professores da rede pública de ensino. O programa, também, prevê a possibilidade dos alunos levarem os computadores para casa, e a partir daí, compartilhar informações e permitir a inserção da família no processo de inclusão digital. “A possibilidade de adquirir, construir e compartilhar conhecimentos e conteúdos interdisciplinares, que favoreçam o processo de ensino-aprendizagem, transformará a educação brasileira. E fomentará a cadeia produtiva, gerando emprego e renda, pois o governo dará prioridade ao mercado brasileiro e a indústria já se movimenta nessa direção”, analisa Luiz Cláudio Mesquita, coordenador de Inclusão Digital do Serpro.
De acordo com o coordenador, o Serpro apóia todas as ações do governo federal que promovam cidadania. Neste projeto, o Serpro desempenha determinante papel, a Empresa avalia as condições tecnológicas dos equipamentos (hardware e software), propõe alterações necessárias para a adequação às peculiaridades e objetivos do UCA, atuando assim como facilitador de aplicações tecnológicas destinada às políticas públicas.
Tecnologia
O projeto-piloto do UCA utilizará três modelos de computadores para testes: Classmate da Intel, XO da OLPC e o Mobilis da Encore. O Colégio Don Alamo receberá o equipamento Classmate da Intel, o PC pesa 1,3 kg e sua configuração inclui processador Celeron-M 900 Mhz, 256 MB de memória DDR2, 1 ou 2 GB de memória flash e duas portas USB, além de tela LCD de sete polegadas e teclado à prova d’água. A conexão à internet será realizada por um rede wireless.
Fonte: http://www.serpro.gov.br
O Colégio Estadual é uma das cinco escolas brasileiras escolhidas para desenvolver o piloto do UCA. A cerimônia de entrega do novo recurso educacional foi marcada para sexta-feira, 31 de agosto, com a presença da secretária da Educação e Cultura do Tocantins, Maria Auxiliadora Seabra Rezende, do gerente do Escritório do Serpro, em Palmas, Lusimar de Sousa e outros parceiros do projeto.
O UCA estuda a aplicação pedagógica do computador no universo escolar, como uma ferramenta de aprendizado em sintonia com a evolução do conhecimento. Além disso, o UCA proporciona uma efetiva inclusão digital, ao inserir a tecnologia no cotidiano dos alunos e professores da rede pública de ensino. O programa, também, prevê a possibilidade dos alunos levarem os computadores para casa, e a partir daí, compartilhar informações e permitir a inserção da família no processo de inclusão digital. “A possibilidade de adquirir, construir e compartilhar conhecimentos e conteúdos interdisciplinares, que favoreçam o processo de ensino-aprendizagem, transformará a educação brasileira. E fomentará a cadeia produtiva, gerando emprego e renda, pois o governo dará prioridade ao mercado brasileiro e a indústria já se movimenta nessa direção”, analisa Luiz Cláudio Mesquita, coordenador de Inclusão Digital do Serpro.
De acordo com o coordenador, o Serpro apóia todas as ações do governo federal que promovam cidadania. Neste projeto, o Serpro desempenha determinante papel, a Empresa avalia as condições tecnológicas dos equipamentos (hardware e software), propõe alterações necessárias para a adequação às peculiaridades e objetivos do UCA, atuando assim como facilitador de aplicações tecnológicas destinada às políticas públicas.
Tecnologia
O projeto-piloto do UCA utilizará três modelos de computadores para testes: Classmate da Intel, XO da OLPC e o Mobilis da Encore. O Colégio Don Alamo receberá o equipamento Classmate da Intel, o PC pesa 1,3 kg e sua configuração inclui processador Celeron-M 900 Mhz, 256 MB de memória DDR2, 1 ou 2 GB de memória flash e duas portas USB, além de tela LCD de sete polegadas e teclado à prova d’água. A conexão à internet será realizada por um rede wireless.
Fonte: http://www.serpro.gov.br
Alunos da Vila Planalto terão computadores portáteis na sala de aula
Brasília, terça-feira, 04 de setembro de 2007
Do CorreioWeb
21/08/2007
20h11-A novidade foi anunciada na rádio interna, para toda a comunidade escolar ouvir. Os alunos do Centro de Ensino Fundamental 01, na Vila Planalto, agora fazem parte oficialmente do Projeto Um Computador por Aluno (UCA), do Ministério da Educação. Em solenidade nesta terça-feira, 40 laptops foram entregues para a fase de testes do programa.
Iniciativas semelhantes já existem em outros países, onde a máquina utilizada é conhecida como computador de 100 dólares, devido ao preço reduzido do equipamento. O projeto tem o objetivo de promover a inclusão digital dos estudantes das escolas públicas de todo o País. Com o tempo, a intenção é oferecer a cada aluno um computador portátil especial, com acesso à Internet, com programas educativos e jogos pedagógicos. Por enquanto, há um tipo de máquina, cedida por empresas do ramo, em teste em cinco escolas brasileiras, incluindo o centro de ensino do DF. No entanto, até o fim de agosto será realizada licitação para a compra de 150 mil laptops, que serão distribuídos por todo o Brasil até dezembro de 2008.
O Centro de Ensino Fundamental 01 foi escolhido por dois critérios. O primeiro, definido pelo MEC, dá prioridade aos alunos com dificuldade de aprendizagem e de baixa renda. O outro ponto determinante refere-se ao acesso à Internet, requisito essencial para a implantação do projeto. “Também estamos testando a rede Wireless (Internet sem fio) na Vila Planalto, em parceria com o Ministério do Planejamento e aquela escola se enquadra nos dois aspectos”, explica a coordenadora pedagógica do UCA no DF, Gilsa Santana.
Preparativos
A escola da Vila Planalto está sendo adaptada para receber os computadores desde maio. Os alunos e os professores passaram por treinamentos e discutem formas de utilizar a máquina nas atividades pedagógicas. “Estamos nos adequando à nova realidade digital, mudando a postura de ensino e utilizando a tecnologia a favor da interatividade na educação”, considera Gilsa.
“Haverá sempre um acompanhamento para ver se o projeto vai mesmo provocar a redução da repetência e da evasão escolar, mas o resultado é de longo prazo”, completa. No CEF 01, apenas uma turma da 4ª série, outra da 7ª e os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) terão acesso constante às máquinas. Por enquanto, os computadores vão ficar na escola. Porém, os demais estudantes também poderão usar os equipamentos em determinadas ocasiões.
http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2717091&sub=Distrito
Do CorreioWeb
21/08/2007
20h11-A novidade foi anunciada na rádio interna, para toda a comunidade escolar ouvir. Os alunos do Centro de Ensino Fundamental 01, na Vila Planalto, agora fazem parte oficialmente do Projeto Um Computador por Aluno (UCA), do Ministério da Educação. Em solenidade nesta terça-feira, 40 laptops foram entregues para a fase de testes do programa.
Iniciativas semelhantes já existem em outros países, onde a máquina utilizada é conhecida como computador de 100 dólares, devido ao preço reduzido do equipamento. O projeto tem o objetivo de promover a inclusão digital dos estudantes das escolas públicas de todo o País. Com o tempo, a intenção é oferecer a cada aluno um computador portátil especial, com acesso à Internet, com programas educativos e jogos pedagógicos. Por enquanto, há um tipo de máquina, cedida por empresas do ramo, em teste em cinco escolas brasileiras, incluindo o centro de ensino do DF. No entanto, até o fim de agosto será realizada licitação para a compra de 150 mil laptops, que serão distribuídos por todo o Brasil até dezembro de 2008.
O Centro de Ensino Fundamental 01 foi escolhido por dois critérios. O primeiro, definido pelo MEC, dá prioridade aos alunos com dificuldade de aprendizagem e de baixa renda. O outro ponto determinante refere-se ao acesso à Internet, requisito essencial para a implantação do projeto. “Também estamos testando a rede Wireless (Internet sem fio) na Vila Planalto, em parceria com o Ministério do Planejamento e aquela escola se enquadra nos dois aspectos”, explica a coordenadora pedagógica do UCA no DF, Gilsa Santana.
Preparativos
A escola da Vila Planalto está sendo adaptada para receber os computadores desde maio. Os alunos e os professores passaram por treinamentos e discutem formas de utilizar a máquina nas atividades pedagógicas. “Estamos nos adequando à nova realidade digital, mudando a postura de ensino e utilizando a tecnologia a favor da interatividade na educação”, considera Gilsa.
“Haverá sempre um acompanhamento para ver se o projeto vai mesmo provocar a redução da repetência e da evasão escolar, mas o resultado é de longo prazo”, completa. No CEF 01, apenas uma turma da 4ª série, outra da 7ª e os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) terão acesso constante às máquinas. Por enquanto, os computadores vão ficar na escola. Porém, os demais estudantes também poderão usar os equipamentos em determinadas ocasiões.
http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2717091&sub=Distrito
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