Reflexão sobre minha aprendizagem no desenvolvimento na disciplina, a partir da análise do mapa conceitual individual e final.
Na disciplina Tecnologias na Educação e Pesquisa Acadêmica foi possível vivenciar o "compartilhar". Quando nos foi apresentada à ementa da disciplina logo nos empolgamos e aderimos à metodologia proposta porque era pertinente ao momento atual contemplando diversas pesquisas já encaminhadas.
Seus objetivos vinham de encontro a minha necessidade, particularmente, eu não entendia como os acadêmicos conseguiam concluir resultados importantes para o mundo apenas com entrevistas, logo não conhecia nenhum software que trabalhasse com análise de dados. Quando um colega de classe fez a primeira apresentação de como tratou os dados da sua pesquisa de mestrado, foi de arrepiar, não entendia nada, apenas ficava olhando para as diversas tabelas e não compreendia seu fundamento. Não fiquei mais angustiada porque ao conversar com meus colegas, muito se encontravam no mesmo estágio de estagnação. Aos poucos comecei a entender o objetivo de cada tabela.
As experiências dos colegas foram valiosas para meu caminhar durante o curso e a abertura da professora deixava-me tranqüila e a vontade para meus questionamentos. Entretanto, não posso deixar de comentar como é difícil estar em uma turma mista de mestrandos e doutorandos, o ritmo é puxado, porém, enriquecedor.
As atividades em grupo proporcionaram diversas oportunidades, pessoas diferentes com formação diversificada proporcionaram debates ricos em sua diversidade emergindo novos saberes.
A cada aula eu saía satisfeita e curiosa. Quando fui para Internet em busca de softwares para análise de dados para pesquisa acadêmica descobri um mundo novo e rico na sua variedade de programas. Alguns com licença gratuita e outros pagos.
Pesquisar softwares para análise de dados foi interessante, descobrir suas potencialidades a fundo era quase impossível com o tempo curto que tenho, mas a estratégia de visualizar outros softwares através dos seminários dos colegas de classe proporcionaram uma visão panorâmica das opções disponíveis que contribuíram para meu desenrolar no curso.
As palestras no horário da aula foram fundamentais, com assuntos pertinentes para minha pesquisa, despontei, aprofundei na exploração das ferramentas. Com os dados reais obtidos através de questionário aplicado com o público participante da palestra do Projeto UCA enriqueceu pela sua veracidade. A aplicação prática desta atividade deu sentido a teoria, esta articulação me fez entender o quanto a metodologia de análise é fundamental num processo de
análise de dados.
A disciplina proporcionou-me a chance de ter contato com recursos funcionais e importantes para trabalhar a fundo dados coletados em pesquisa de campo, dados estes que, se fossem trabalhados “manualmente” não conseguiriam enxergar os resultados obtidos.
As discussões em sala, a cada dia, me proporcionavam situações para explorar os estudos de softwares de análise de dados.
No início quando começamos a utilizar o mapa conceitual achei ótimo porque é uma forma interessante de organizar o pensamento através de conceitos situando o pesquisador. Acredito que esta seja a idéia de sua utilização na aula, permitindo tomar consciência do meu aprendizado porque me possibilita a analisarminha trajetória. Infelizmente, no início não me dei conta disso. Achava que o ambiente virtual Moodle daria conta disso, ou seja, de registrar minha trajetória.
Este registra, mas eu não conseguia visualizá-la da forma que o mapa me permitiu.
No grupo, no qual eu era integrante, enfrentou diversos obstáculos que foram vencidos no decorrer das nossas conversas, ora presenciais, ora a distância. Utilizamos diversos recursos para nossas trocas de informações.
O primeiro obstáculo foi engrenar nossos ritmos de trabalho, uma loucura.
Os momentos presenciais foram importantes para entendermos a concepção e ferramentas do software Qualiquant.
No processo inicial de análise metodológica foram inseridas as informações extraídas do questionário aplicado ao público presente à palestra e adequadamente organizadas nos campos do instrumento, para sistematizar os depoimentos do Discurso do Sujeito Coletivo. Neste momento, o grupo começou a tomar corpo, sentia a turma interessada e preocupada, afinal, tudo era novo. Não deixávamos de questionar onde iríamos parar “tabulando” os dados. Iniciamos o
cadastramento da pesquisa. Esse momento foi crítico, era um vai e vem infinito.
Entramos num processo delicado quando retiramos das respostas as expressões chaves. Momento turbulento porque diversas dúvidas emergiram durante o processo, não sabíamos se colocava ou não as respostas na íntegra, chegamos a um ponto de convergência, definimos colocar as respostas dos sujeitos na íntegra, para não perder trechos extraídos das respostas que melhor expressam seu conteúdo. Em seguida identificamos as idéias centrais.
Ao iniciarmos o processo de categorização das idéias centrais, encontramos dificuldades com o manuseio das ferramentas do software, superadas após familiarização com o programa. Até este momento, eu não tinha ainda uma visão panorâmica do que iria acontecer, mas estava gostando de percorrer estes caminhos, mesmo me perdendo no percurso. Sentia que estava indo para algum lugar, e como citei anteriormente, a curiosidade a cada passo aumentava. Esta era uma motivação que fez com que o grupo não desanimasse.
A partir dos minis-DSC produzimos, conectamos todos os discursos e elaboramos nossa conclusão final. Após este trajeto percebi que algo ficou faltando, várias categorias surgiram, as respostas de alguns sujeitos atendiam várias categorias, mas optávamos colocar a resposta em apenas uma classificação. Isso deixou algumas conclusões em aberto. Com isso, ficou claro que uma resposta pode conter mais de uma expressão chave e assim gerar vários discursos.
Na segunda fase da atividade comecei a conhecer o CHIC, de fácil manuseio, me encantei logo nos primeiros contatos. Sua linguagem binária propiciou o entendimento do SIM e do NÃO, ou seja, ou atende a aquela categoria ou não atende.
Mais uma vez, o grupo de trabalho reuniu-se no Laboratório de Informática do Programa para tabular os dados. Nesse processo, foi possível classificar a resposta dos sujeitos em diversas categorias. Neste momento, foi possível entender a concepção do software CHIC. Ele solucionou a dificuldade que encontrei para finalizar a análise de dados no Qualiquant quando não conseguia
classificar a resposta do sujeito em mais de uma categoria.
Trabalhando com os dois softwares aprendi muito. A metodologia aplicada na disciplina TEPA amenizou diversas angústias.
O mapa conceitual final atendeu minhas expectativas, o panorama que ele proporcionou visualizar dos conceitos foram fundamentais para eu desenvolver esta reflexão. Sou adepta ao uso de mapas, já faz parte da minha estratégia de estudos, principalmente, na elaboração de sínteses de alguns textos que preciso sempre estar resgatando. Lamento por não ter entendido no início a relação do mapa conceitual inicial com o final. Entretanto, ainda sim, foi possível visualizar minha trajetória.
Seus objetivos vinham de encontro a minha necessidade, particularmente, eu não entendia como os acadêmicos conseguiam concluir resultados importantes para o mundo apenas com entrevistas, logo não conhecia nenhum software que trabalhasse com análise de dados. Quando um colega de classe fez a primeira apresentação de como tratou os dados da sua pesquisa de mestrado, foi de arrepiar, não entendia nada, apenas ficava olhando para as diversas tabelas e não compreendia seu fundamento. Não fiquei mais angustiada porque ao conversar com meus colegas, muito se encontravam no mesmo estágio de estagnação. Aos poucos comecei a entender o objetivo de cada tabela.
As experiências dos colegas foram valiosas para meu caminhar durante o curso e a abertura da professora deixava-me tranqüila e a vontade para meus questionamentos. Entretanto, não posso deixar de comentar como é difícil estar em uma turma mista de mestrandos e doutorandos, o ritmo é puxado, porém, enriquecedor.
As atividades em grupo proporcionaram diversas oportunidades, pessoas diferentes com formação diversificada proporcionaram debates ricos em sua diversidade emergindo novos saberes.
A cada aula eu saía satisfeita e curiosa. Quando fui para Internet em busca de softwares para análise de dados para pesquisa acadêmica descobri um mundo novo e rico na sua variedade de programas. Alguns com licença gratuita e outros pagos.
Pesquisar softwares para análise de dados foi interessante, descobrir suas potencialidades a fundo era quase impossível com o tempo curto que tenho, mas a estratégia de visualizar outros softwares através dos seminários dos colegas de classe proporcionaram uma visão panorâmica das opções disponíveis que contribuíram para meu desenrolar no curso.
As palestras no horário da aula foram fundamentais, com assuntos pertinentes para minha pesquisa, despontei, aprofundei na exploração das ferramentas. Com os dados reais obtidos através de questionário aplicado com o público participante da palestra do Projeto UCA enriqueceu pela sua veracidade. A aplicação prática desta atividade deu sentido a teoria, esta articulação me fez entender o quanto a metodologia de análise é fundamental num processo de
análise de dados.
A disciplina proporcionou-me a chance de ter contato com recursos funcionais e importantes para trabalhar a fundo dados coletados em pesquisa de campo, dados estes que, se fossem trabalhados “manualmente” não conseguiriam enxergar os resultados obtidos.
As discussões em sala, a cada dia, me proporcionavam situações para explorar os estudos de softwares de análise de dados.
No início quando começamos a utilizar o mapa conceitual achei ótimo porque é uma forma interessante de organizar o pensamento através de conceitos situando o pesquisador. Acredito que esta seja a idéia de sua utilização na aula, permitindo tomar consciência do meu aprendizado porque me possibilita a analisarminha trajetória. Infelizmente, no início não me dei conta disso. Achava que o ambiente virtual Moodle daria conta disso, ou seja, de registrar minha trajetória.
Este registra, mas eu não conseguia visualizá-la da forma que o mapa me permitiu.
No grupo, no qual eu era integrante, enfrentou diversos obstáculos que foram vencidos no decorrer das nossas conversas, ora presenciais, ora a distância. Utilizamos diversos recursos para nossas trocas de informações.
O primeiro obstáculo foi engrenar nossos ritmos de trabalho, uma loucura.
Os momentos presenciais foram importantes para entendermos a concepção e ferramentas do software Qualiquant.
No processo inicial de análise metodológica foram inseridas as informações extraídas do questionário aplicado ao público presente à palestra e adequadamente organizadas nos campos do instrumento, para sistematizar os depoimentos do Discurso do Sujeito Coletivo. Neste momento, o grupo começou a tomar corpo, sentia a turma interessada e preocupada, afinal, tudo era novo. Não deixávamos de questionar onde iríamos parar “tabulando” os dados. Iniciamos o
cadastramento da pesquisa. Esse momento foi crítico, era um vai e vem infinito.
Entramos num processo delicado quando retiramos das respostas as expressões chaves. Momento turbulento porque diversas dúvidas emergiram durante o processo, não sabíamos se colocava ou não as respostas na íntegra, chegamos a um ponto de convergência, definimos colocar as respostas dos sujeitos na íntegra, para não perder trechos extraídos das respostas que melhor expressam seu conteúdo. Em seguida identificamos as idéias centrais.
Ao iniciarmos o processo de categorização das idéias centrais, encontramos dificuldades com o manuseio das ferramentas do software, superadas após familiarização com o programa. Até este momento, eu não tinha ainda uma visão panorâmica do que iria acontecer, mas estava gostando de percorrer estes caminhos, mesmo me perdendo no percurso. Sentia que estava indo para algum lugar, e como citei anteriormente, a curiosidade a cada passo aumentava. Esta era uma motivação que fez com que o grupo não desanimasse.
A partir dos minis-DSC produzimos, conectamos todos os discursos e elaboramos nossa conclusão final. Após este trajeto percebi que algo ficou faltando, várias categorias surgiram, as respostas de alguns sujeitos atendiam várias categorias, mas optávamos colocar a resposta em apenas uma classificação. Isso deixou algumas conclusões em aberto. Com isso, ficou claro que uma resposta pode conter mais de uma expressão chave e assim gerar vários discursos.
Na segunda fase da atividade comecei a conhecer o CHIC, de fácil manuseio, me encantei logo nos primeiros contatos. Sua linguagem binária propiciou o entendimento do SIM e do NÃO, ou seja, ou atende a aquela categoria ou não atende.
Mais uma vez, o grupo de trabalho reuniu-se no Laboratório de Informática do Programa para tabular os dados. Nesse processo, foi possível classificar a resposta dos sujeitos em diversas categorias. Neste momento, foi possível entender a concepção do software CHIC. Ele solucionou a dificuldade que encontrei para finalizar a análise de dados no Qualiquant quando não conseguia
classificar a resposta do sujeito em mais de uma categoria.
Trabalhando com os dois softwares aprendi muito. A metodologia aplicada na disciplina TEPA amenizou diversas angústias.
O mapa conceitual final atendeu minhas expectativas, o panorama que ele proporcionou visualizar dos conceitos foram fundamentais para eu desenvolver esta reflexão. Sou adepta ao uso de mapas, já faz parte da minha estratégia de estudos, principalmente, na elaboração de sínteses de alguns textos que preciso sempre estar resgatando. Lamento por não ter entendido no início a relação do mapa conceitual inicial com o final. Entretanto, ainda sim, foi possível visualizar minha trajetória.
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